DINÂMICA GRUPAL:

CONCEITUAÇÃO, HISTÓRIA, CLASSIFICAÇÃO E CAMPOS DE APLICAÇÃO

 

Por Francisco Danúzio de Macêdo CARNEIRO

(FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL/ESCRITÓRIO DE DIREITOS AUTORAIS/CERTIFICADO DE REGISTRO NO 173.454)

 

ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO 1

2. CONCEPÇÕES DA DINÂMICA GRUPAL

2.1. Concepção Ideológica 3

2.2. Concepção Tecnológica 4

2.3. Concepção Fenomenológica 5

3. HISTÓRIA DA DINÂMICA GRUPAL

3.1. Dinâmica Grupal e Condições Históricas dos EUA

3.2. Fatos Relevantes na História da Dinâmica Grupal

4. CLASSIFICAÇÃO DA DINÂMICA GRUPAL

4.1. Dinâmica Grupal: Psicologia e Sociologia

4.2. Dinâmica Grupal: Antecedentes e Desdobramentos

5. APLICAÇÕES DA DINÂMICA GRUPAL

5.1. Saúde

5.2. Educação

5.3. Administração

5.4. Serviço Social

6. REFERÊNCIAS

7. O AUTOR

 

 

 

I - INTRODUÇÃO

Neste trabalho estão sintetizados vinte anos de múltiplas experiências e contínuas leituras sobre Dinâmica Grupal.

Acreditamos que, por propiciar respostas necessárias para a compreensão e resolução do mais essencial dilema humano - o relativo à sua convivência social, nos próximos tempos a Dinâmica Grupal ocupará nas ciências humanas um papel com importância semelhante ao que a Psicanálise vem ocupando desde o início deste século.

Aliás, observa-se que, ao mesmo tempo em que essas duas vertentes do conhecimento humano têm uma série de convergências em seus postulados teóricos e em sua aplicabilidade na prática - sobre isso, Sigmund Freud foi o primeiro a reconhecer que a psicologia individual era também psicologia social - entre elas há também contrastes significativos, dos quais, pela sua pertinência a esta introdução, destacamos apenas um: enquanto a psicanálise foi criada e desenvolvida principalmente por uma única pessoa, o próprio Freud, a Dinâmica Grupal é o resultado de trabalhos de múltiplas pessoas, em múltiplos campos do conhecimento e da atividade humana.

Nesta Apostila, tentamos fazer uma síntese dessa multiplicidade, o que será feito através de quatro capítulos:

Finalmente, chamamos ainda a atenção para o fato de que o conteúdo desta apostila se articula e, como acontece num díptico, complementa-se com o conteúdo do trabalho "Grupo: esquema estrutural e dinâmica grupal", que publicamos em julho de 1999.

 

 

 

2. CONCEPÇÕES DA DINÂMICA GRUPAL

Há diversas concepções para a Dinâmica Grupal. Observamos que, no geral, cada uma delas reflete uma posição particular do que seja, e para que serve essa especialidade do conhecimento que trata das relações humanas quando em grupos sociais. Basicamente, pode-se classificar todas as concepções de três maneiras: ideológica, tecnológica, fenomenológica.

2.1. Concepção Ideológica. Considera que a Dinâmica Grupal é uma forma especial de ideologia política na qual são ressaltados os aspectos de liderança democrática e da participação de todos na tomada de decisões. Também ressaltam-se as vantagens, tanto para a sociedade como para os indivíduos comuns, das atividades cooperativas em pequenos grupos. Dessa concepção verifica-se duas linhas de pensamento e ação: uma, idealista; outra, pragmática.

2.2. Concepção Tecnológica. Conforme essa concepção, a Dinâmica Grupal refere-se a um conjunto de métodos e técnicas usadas em intervenções nos chamados grupos primários, como famílias, equipes de trabalho, salas de aula etc. A rigor, o uso de qualquer uma dessas técnicas objetiva aumentar a capacidade de comunicação e cooperação e, consequentemente, incrementar a espontaneidade e a criatividade dos seres humanos quando em atividade grupal. Todas elas podem, didaticamente, ser enquadradas em duas variantes de intervenção: uma, dos Jogos Dramáticos; outra, do Psicodrama.

2.3. Concepção Fenomenológica. Aqui estão autores que priorizam suas atividades em torno da idéia de que os fenômenos psicossociais que ocorrem nos pequenos grupos é resultado de um sistema humano articulado como um todo, uma gestalt. Entre esses fenômenos, citam-se: coesão, comunicação, conflitos, formação de lideranças etc. Nessa concepção, também pode-se observar duas formações teóricas: uma, a Psicologia da Gestalt, que é descritiva, pois centra seus postulados na descrição dos fenômenos que ocorrem no aqui-agora do mundo grupal — por exemplo, a configuração espacial adotada regularmente por uma unidade grupal; a outra, a Psicanálise, que é explicativa por que procura explicar a unidade do grupo através da idéia de uma ‘mentalidade grupal’ (instinto social), muitas vezes inconsciente para os membros do próprio grupo.

3. HISTÓRIA DA DINÂMICA GRUPAL

O interesse científico pela Dinâmica Grupal é recente — trata-se de uma ciência do século XX.

No entanto, já no século XVIII que, por ter sido caracterizado por enormes avanços no conhecimento humano e pelas grandes revoluções políticas da Inglaterra, da França e da Independência Americana, foi chamado de Século das Luzes, viveu Giambattista Vico (1688-1744), um pensador italiano que hoje é reconhecido por sua aura de precursor das ciências humanas.

Vico, em sua obra: "Princípios de uma ciência nova", estabeleceu a diferença entre Ciências Naturais e Ciências Humanas, e propôs, como base de estudo dessa última, um princípio epistemológico considerado fundamental para o desenvolvimento dos diversos campos do conhecimento humanista — quais sejam, Antropologia, Sociologia, Psicologia e a Dinâmica Grupal, um ramo da psicologia social. Esse princípio está expresso na fórmula latina: verum ipsum factum — isto é, só o feito é verdadeiro; ou, só posso demonstrar logicamente o que é obra minha [13: contracapa].

Nos termos da Dinâmica Grupal, esse preceito implicou diretamente na contemporânea metodologia científica denominada de pesquisa-ação — nessa, o sujeito pode demonstrar logicamente um fenômeno grupal que também é feito, verdadeiramente, por ele enquanto membro desse grupo em estudo. Ou seja, ele torna-se sujeito-objeto da pesquisa.

Há também uma notável pertinência epistemológica dessa proposição com a Teoria da Espontaneidade de Moreno. A palavra espontâneo, um termo central na teoria moreniana, etimologicamente deriva do latim sua sponte: ‘de livre vontade’; o que se produz por iniciativa própria do agente, sem ser o efeito de uma causa exterior. Dado que se demonstra a relação dos estados espontâneos com as funções criadoras [4: p. 53], então pode-se presumir que, em verdade, só o que é criado de maneira espontânea, ‘de livre vontade’, pode ser considerado como obra minha; e também disso inferir que só o espontaneamente feito é verdadeiro.

Posteriormente a Vico, já durante o século XIX, ocorreram os avanços nas ciências humanas que permitiram o estabelecimento das bases conceituais e operativas e a atual sistematização científica da Dinâmica Grupal. Dos avanços, três fatos científicos foram fundamentais:

Contudo, só no século XX, foram estabelecidas as condições para se conferir cientificidade aos temos da Dinâmica Grupal. Um relato sobre essas condições pode ser feito considerando-se dois níveis de fatos: 1o) Dinâmica Grupal e condições históricas dos EUA. Considera-se alguns fatos especificamente relacionados à história dos Estados Unidos da América e suas relações com o desenvolvimento da Dinâmica Grupal; 2o) Fatos da história do desenvolvimento da Dinâmica Grupal. Apresenta-se uma seqüência de cinco acontecimentos históricos relevantes para a consolidação dessa ciência na atualidade.

3.1. Dinâmica Grupal e Condições Históricas dos EUA. As excepcionais condições nos campos político-ideológico, econômico, e científico-tecnológico dos EUA neste século, foram extremamente favoráveis para o desenvolvimento de uma ciência da grupalidade humana naquele país. Quanto a isso, o que é sempre ressaltado é a radical coerência entre os postulados da Dinâmica Grupal e os parâmetros do campo político-ideológico norte-americano. Essa coerência pode ser observada nos seguintes fatos:

3.2. Fatos Relevantes na História da Dinâmica Grupal. Os cinco fatos mais marcantes para a história da Dinâmica Grupal no século atual aconteceram nos Estados Unidos da América, e foram os seguintes:

4. CLASSIFICAÇÃO DA DINÂMICA GRUPAL

A Dinâmica Grupal é uma ciência Interdisciplinar. Portanto, qualquer um dos modelos que se use para sua classificação deve considerar as múltiplas disciplinas científicas a ela relacionada. Nesta obra será apresentado um modelo composto de dois itens: primeiro, um esquema classificatório com posicionamento da Dinâmica Grupal perante a Psicologia e a Sociologia, ou seja, perante as duas ciências humanas a que está diretamente vinculada; segundo, um quadro divisório relacionando os grandes antecedentes, e as linhas de influência mais significativa da Dinâmica Grupal.

4.1. Dinâmica Grupal X Psicologia e Sociologia

   

1.1.1. Behaviorismo

(Psicologia Comportamental)

 
     

1.1. Psicologia

Individual

   
     
   

1.1.2. Psicanálise

(Psicologia Dinâmica)

 
1. Psicologia      
   

1.2.1. Psicologia das Massas (Multidões)

 
     

1.2. Psicologia

Social

   
       
 

1.2.2. Psicologia dos Grupos

 
       
     

Dinâmica Grupal

     
 

2.1. Micro-Sociologia

 
       

2. Sociologia

     

2.2. Macro-Sociologia

 

Observar que a Dinâmica Grupal foi colocada numa situação de dupla equivalência: a psicologia de grupos e a micro-sociologia. No entanto, pode-se afirmar, com fundamentos, que a Dinâmica Grupal está ligada primordialmente à Psicologia, e secundariamente à Sociologia. Uma fundamentação para esta afirmativa será apresentada nos parágrafos seguintes.

No campo da Sociologia é feita a divisão entre macro-sociologia e micro-sociologia. A primeira trata da vida social na escala mais ampla das organizações sociais, das comunidades e das sociedades inteiras. A segunda focaliza o mundo face-a-face da interação social. [27: p.139].

A micro-sociologia refere-se ao que C.H. Cooley, num dos estudos clássicos das ciências sociais define como "grupos primários", isto é, aqueles grupos que se caracterizam pela associação íntima, face-a-face entre seus membros. [6: p. 5516].

Considerando que essa definição de Cooley é compatível com o conceito que Pichon-Rivière dá ao fenômeno grupo, então, pode-se afirmar que, por terem nos "grupos primários" o mesmo objeto de estudo, a Dinâmica Grupal e a micro-sociologia referem-se a uma mesma especialidade das Ciências Humanas.

Contudo, sobre isso deve-se ainda considerar que há pertinência na perspectiva teórica que percebe no fenômeno grupo um arcabouço entremeado em espiral e constituído pela tríade: a) estrutura; b) processo; c) conteúdo. [28: p. 16].

Sendo assim, e observando-se que desde os seus fundadores Augusto Comte, Herbert Spencer e Emil Durkheim, a sociologia esteve particularmente interessada na estrutura social — Durkheim em 1901, definiu a sociologia como a ciência das instituições [28: p. 17] - tendo secundarizado a abordagem dos processos e dos significados da ação social.

Ainda deve-se considerar que o tangível num processo grupal é o comportamento de seus membros; e que o significado desse processo está baseado na subjetividade desses componentes. Assim, considerando-se que os elementos comportamento e subjetividade constitui-se no próprio objeto de estudo da Psicologia, então, a Dinâmica Grupal, que também busca estudar esses elementos na grupalidade humana, é, sobretudo, uma derivação da Psicologia.

De fato, para completar, foi principalmente o desenvolvimento da Psicologia entre o final do século XIX e o início do século XX que permitiu o surgimento e a sistematização de uma ciência do grupo humano.

Nesse desenvolvimento da Psicologia destacam-se duas linhas teóricas: a psicanálise e a psicologia da gestalt; e uma área prática: a psicoterapia de grupo. A Dinâmica Grupal constituiu-se, enquanto especialidade das ciências humanas, principalmente referenciada nesses três campos da Psicologia, de onde ela retirou os seus principais conceitos e os elementos necessários para operacionalizar os seus termos. Baseado na argumentação acima exposta, apresenta-se a seguir o já citado Quadro Divisório. Nele estão relacionados os principais antecedentes, e os desdobramentos mais significativos da Dinâmica Grupal.

4.2. Dinâmica Grupal X Antecedentes e Desdobramentos

 

Quanto ao quadro da pagina anterior deve-se fazer apenas três considerações:

5. APLICAÇÕES DA DINÂMICA GRUPAL

Como está na classificação, a Dinâmica Grupal é uma ciência interdisciplinar. Isso significa que são múltiplas as suas aplicações técnicas, e, por conseguinte, também são múltiplos os campos dos saberes humanos que podem ser beneficiados com seus conhecimentos.

Entre os saberes beneficiados, citaríamos um enorme rol: saúde, educação, serviço social, administração de empresas, política, esportes, religião etc. No entanto, para efeitos descritivos, escolhemos apenas os quatro primeiros relacionados acima — Saúde, Educação, Administração e Serviço Social, para fazer uma sucinta descrição sobre os seus termos que são particularmente beneficiados com os conhecimentos da Dinâmica Grupal.

5.1. Saúde. Na área da saúde humana é onde se situam os resultados mais promissores das aplicações práticas da Dinâmica Grupal.

Neste sentido o destaque cabe às já apresentadas psicoterapias grupais. No entanto, além desse campo de aplicação, o qual já foi suficientemente relatado em capítulos anteriores, os trabalhos grupais têm se mostrado de grande utilidade em muitas outras áreas da saúde humana. Apresenta-se quatro exemplos:

5.2. Educação. A pedagogia dos grupos permite uma síntese perfeita entre instrução e socialização do indivíduo. Todas as vertentes da Dinâmica Grupal contribuem para essa perfeição, no entanto, foram os achados de Lewin e de Moreno que mais contribuíram para esse objetivo pedagógico.

Didaticamente, ao se diferenciar as contribuições entre um e outro desses autores, pode-se dizer que os postulados lewinianos se relacionam mais à apreensão do conhecimento dentro do processo de aprendizagem; e os achados morenianos são diretamente aplicáveis no treinamento do papel do educador no processo de sua formação profissional.

5.3. Administração. Se é no campo da saúde onde se verificam as mais auspiciosos experiências de aplicabilidade da Dinâmica Grupal, é no campo administrativo onde mais se universalizou a sua ideologia.

A história desse processo de universalização tem dupla entrada: uma ocidental, outra oriental. Na cultura ocidental, o primeiro passo para o reconhecimento da importância da Dinâmica Grupal na área da administração de empresas foram as pesquisas realizadas, em 1928, na usina de Hawthorne. Como já historiado, essas pesquisas constataram, cientificamente, que os pequenos grupos de trabalho tendem a engendrar estruturas informais nas suas relações, havendo com isso profundas mudanças quanto ao significado do trabalho, do rendimento e das relações formais e hierarquizadas das áreas de produção empresarial.

5.4. Serviço Social. Essa área foi uma das primeiras a reconhecer explicitamente que os grupos podem ser orientados de forma a obterem dos seus participantes as modificações desejadas [24: p. 15].

Apesar desse pioneirismo, observa-se que, infelizmente, ainda são pouco aproveitados os muitos recursos que a Dinâmica Grupal coloca a disposição do trabalho que o Serviço Social realiza para que os indivíduos e os grupos socialmente necessitados de assistência sejam protegidos e recuperados em sua dignidade.

Esse fato é bem evidenciado e criticado especialmente no Trabalho Social realizado na América Latina. Quanto a isso, Ezequiel Ander-Egg, um autor argentino relacionado ao Serviço Social, desvenda uma realidade com os seguintes termos: uma questão que vejo no trabalho social latino-americano é a do uso não-dialético do marxismo. O manualismo e o discurso ideológico oco de alguns trabalhos me parecem deprimentes. Às vezes se debatem em pura tautologia, não acrescentam absolutamente nada ao conhecimento da realidade... Há livros de Trabalho Social escritos por trabalhadores sociais que não citam uma única experência de Trabalho Social e o fazem com abundância no referente a livros marxistas. Querem ser científicos mas (...). Em vez disso, as questões que lhe concernem são tratadas de passagem, ou se inserem em um discurso teórico que nada acrescenta à compreensão da realidade e nem oferece instrumentos para atuar sobre ela [40: p. 161/162].

Porém, nos Estados Unidos e Europa as técnicas e esquemas metodológicos da Dinâmica Grupal são incorporadas pelo Serviço Social fazendo parte do seu projeto de ação social e de resolução de problemas coletivos.

Um exemplo notável disso está na incorporação da lógica lewiniana da pesquisa-ação nos procedimentos metodológicos do trabalho social. Assim a metodologia da pesquisa-ação tem sido utilizada para: a) identificar problemas relevantes dentro da situação investigada; b) estruturar a explicação dos problemas; c) definir um programa de ação para a resolução dos problemas escolhidos como prioritários; d) acompanhar os resultados da ação [41: p. 138].

 

6. REFERÊNCIAS

 

1] Moreno, J. L. - Quem Sobreviverá? Fundamentos da Sociometria,

Psicoterapia de Grupo e Sociodrama. Volume 1. Goiânia: Dimensão, 1992

2] Amado, Gilles; Guittet, André - A dinâmica da comunicação nos

grupos. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

3] COURTNEY, Richard. Jogo, teatro & pensamento: as bases intelectuais do

Teatro na Educação. São Paulo: Perspectiva, 1980.

4] NAFFAH NETO, Alfredo. Psicodrama: descolonizando o imaginário (um ensaio

sobre J.L.Moreno). São Paulo: Brasiliense, 1979.

5] LEWIN, Kurt. Teoria Dinâmica da Personalidade, (tradução de Álvaro Cabral). São

Paulo: Cultrix, 1975.

6] Mirador - Enciclopédia Mirador Internacional. São Paulo-Rio de Janeiro:

Enciclopaedia Britannica do Brasil, 1979. (Verbetes: Educação, Estrutura, Gestalt, Grupo, Sociologia)

7] CARNEIRO, Francisco Danúzio de Macêdo. Curso: Liderança grupal. In:

CONGRESSO BRASILEIRO DE PSIQUIATRIA, 140, 1996, Belo Horizonte. (Impresso, 13 páginas)


8] PICHON-RIVIÈRE, Enrique - O processo grupal. São Paulo: Martins Fontes, 1982.

9] FREUD, Sigmund - Psicologia de grupo e a análise do ego. Ed. Standard

Brasileira, vol. XVIII. Rio de Janeiro: Imago, 1980.

10] Grinberg, Leon; Sor, Dário; Bianchedi, E. de T. - Introdução às Ideias de

Bion. Rio de Janeiro: Imago, 1973

 

11] KAPLAN, Haroldo I. SADOCK, Benjamin J. Compêndio de psicoterapia de

grupo, (tradução de José Octávio de A. Abreu e Dayse Batista, revisão de Adonay Genovese Filho). Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

12] Carneiro, Francisco Danúzio de Macêdo. Síntese teórica e reflexões sobre

as limitações e aplicabilidade da técnica do grupo operativo. Revista de Humanidades, Ano 6 - N. 4. Fortaleza: Centro de Ciências Humanas da UNIFOR, 1989.

13] BURKE, Peter — Vico, (tradução de Roberto Leal Ferreira). São Paulo: Editora

da Universidade Estadual Paulista, 1997. (Ariadne).

14] ARON, Raymond — As etapas do pensamento sociológico, (tradução de Sergio

Bath, revisão de Áureo Pereira de Araújo). São Paulo: Martins Fontes, 1990.

15] MUCCHIELLI, Roger — A dinâmica de grupo, (tradução de Renato Couto

Bacelar Nunes). Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1979.

16] BAUDOUIN, Jean — Karl Popper. Rio de Janeiro: Edições 70, 1992.

17] PY, Luiz Alberto et al. Grupo sobre grupo. Rio de Janeiro: Rocco, 1987.

18] MAXIMIANO, Antônio César Amaru — Introdução à administração. São Paulo:

Atlas, 1990.

19] MORENO, Jacob Lévy Psicoterapia de grupo e psicodrama: introdução

à teoria e à praxis, (tradução de Antônio C. Mazzaroto Cesarino Filho). São Paulo: Mestre Jou, 1974.

20] MORENO, Jacob Lévy — Fundamentos do psicodrama, (tradução de Maria

Sílvia Mourão Neto, revisão técnica de Paulo Alberto Topal). São Paulo: Summus, 1983.

21] MARTÍN, Eugenio Garrido — J. L. Moreno: psicologia do encontro, (tradução de

Maria de Jesus A. Albuquerque). São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1984.

22] DRUMMOND, Henry — O Dom supremo, (tradução e adaptação de Paulo Coelho).

Rio de Janeiro: Rocco, 1991.

23] BUSTOS, Dalmiro M. - O teste sociométrico: fundamentos, técnica e

aplicações. São Paulo: Brasiliense, 1979.

24] Cartwright, Dorwin; Zander, Alvin - Dinâmica de grupo: pesquisa e

teoria. São Paulo: EPU/EDUSP, 1975.

25] WEIL, Pierre; SCHUTZENBERGER, Anne Ancelin; GARCIA, Célio et al. — Dinâmica

de grupo e desenvolvimento em relações humanas. Belo Horizonte: Itatiaia, 1967.

26] SAIDON, Osvaldo et al. — Práticas grupais. Rio de Janeiro: Campus, 1983.

27] JOHNSON, Allan G. Dicionário de Sociologia: guia prático da linguagem

sociológica, (tradução de Ruy Jungmann, consultoria de Renato Lessa). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.

28] MARÉ, P. B de — Perspectiva em psicoterapia de grupo, (tradução de

Reynaldo Bairão). Rio de Janeiro: Imago, 1974.

29] PIAGET, Jean - O estruturalismo. São Paulo-Rio de Janeiro: Difel, 1979.

30] HOSPITAL GERAL DE FORTALEZA - Projeto de grupo operativo com

pacientes do serviço de diálise renal. Fortaleza, 1998. (Impresso, 02 pág.)

31] OSÓRIO, Luiz Carlos et al. — Grupoterapia hoje. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.

32] ALCOHOLICS ANONYMOUS WORLD SERVICES, INC — Alcoólicos

anônimos atinge a maioridade: uma breve história de A.A, Primeira Edição. Impresso no Brasil, 1985.

33] ALCOHOLICS ANONYMOUS WORLD SERVICES, INC As doze

tradições. Centro de Distribuição de Literatura A.A. para o Brasil, 1976.

34] PAGÉS, Max — A vida afetiva nos grupos. Coleção Concientia, n. 1, 1974, Ed.

Vozes, Petrópolis, RJ.

35] ALCOHOLICS ANONYMOUS WORLD SERVICES, INC — Os doze passos.

Centro de Distribuição de Literatura A.A. para o Brasil, 1972.

36] ROMAÑA, Maria Alicia - Psicodrama pedagógico: a pedagogia do drama.

Campinas: Papirus, 1996.

37] GOULART, Iris Barbosa et al. — A educação na perspectiva construtivista:

reflexões de uma equipe interdisciplinar. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.

38] NOGARE, Pedro Dalle — Humanismos e anti-humanismos: introdução à

antropologia filosófica, 10 a Edição. Petrópolis: Vozes, 1985.

39] MARX, Roberto — Trabalho em grupos e autonomia como instrumentos de

competição: experiência internacional, casos brasileiros, metodologia da implantação. São Paulo: Atlas, 1997.

40] SERVIÇO SOCIAL E SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, ano III, n. 9, Ago 1985,

pag 160-3.

41] THIOLLENT, Michel — Notas para o debate sobre a pesquisa-ação. Serviço

Social e Sociedade, N. 10, Ano IV, 1982, Cortez Editora.

42] KISNERMAN, Natalio — Serviço social de grupo: uma resposta ao nosso

tempo, (tradução de Ephraim Ferreira Alves). Petrópolis: Vozes, 1980.

 

7. O AUTOR

 

Endereço Comercial: Condomínio Clinics, Rua Coronel Linhares, 1741, Aldeota, CEP 60170-241, sala 304, fone (085) 224.8767, Fortaleza-Ce. E-Mail: danuziomc@secrel.com.br